quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O QUE TEMOS DE BAIXO DA NOSSA SUPERFICIE?


A VIDA PASSA MUITO RÁPIDO E ÀS VEZES NÃO PERCEBEMOS O QUÃO RÁPIDO ELA PASSA NÃO APROVEITANDO MOMENTOS PRECIOSOS QUE PODERÍAMOS CURTIR DE UMA MELHOR MANEIRA.

A IMAGEM DO ICBERG LEVA-NOS A UMA REFLEXÃO PROFUNDA SOBRE NOSSA VISÃO DE MUNDO, POIS ÀS VEZES EXISTEM PESSOAS COM UMA VISÃO LIMITADA E CONSEGUIR PERCEBER SOMENTE O QUE ESTA NA SUPERFÍCIE, O APARENTE, MAS EXISTEM PESSOAS QUE COMPARTILHAM DE UMA VISÃO MAIS PROFUNDA, MAS EXISTENCIAL-FENOMENOLOGICA, BUSCANDO CONHECER A FUNDO AS QUESTÕES ENVOLVIDAS NAS AÇÕES E SITUAÇÕES QUEM PASSAMOS E ENFRENTAMOS.

A HUMANIDADE TEM QUE APRENDER MUITO, E PASSAR A PERCEBER BEM MAIS QUE O SEU PRÓPRIO UMBIGO, AFINAL NÓS SOMOS SERES BIOPSICOSSOCIAIS COMPLEXOS E ÀS VEZES COMPLEXADOS.

VIVEMOS EM UM MUNDO MATERIALISTA E SUPERFICIAL, VIVEMOS NO MUNDO DE FANTASIAS E APARÊNCIAS, ONDE O QUE MAIS VALE É O QUE VOCÊ APARENTAR TER OU SER, NÃO O QUE VOCÊ TEM OU É EM SUA ESSÊNCIA.

ÀS VEZES PASSAMOS A SER INCOERENTES COM NÓS MESMOS PARA NÃO DESAGRADAR O OUTRO, MAS VALE REALMENTE A PENA ESSE SACRIFÍCIO? TEMOS QUE SER COERENTES E FAZER AQUILO QUE PODEMOS DE FORMA ÉTICA.

FALAR DO SER HUMANO É SEMPRE DIFÍCIL, MAS ESPERO QUE ESSE PEQUENO TEXTO POSSA SERVIR DE ALGUMA COISA PARA REFLETIR SOBRE NOSSOS SENTIMENTOS, MEDOS E SOBRE TUDO SOBRE NOSSAS RELAÇÕES, SEJA ENTRE PAIS E FILHOS, AMIGOS, CASAIS DE NAMORADOS, OU SEJA, QUALQUER RELAÇÃO ENTRE DUAS OU MAIS PESSOAS.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Liberdade é ser livre?!



Para entendermos um pouco mais sobre liberdade temos que fazer uma volta no tempo até a Grécia antiga, onde nasce a concepção de liberdade, onde somente os que eram detentores do direito de cidadania teriam o benefício de liberdade, ou seja, somente àquele que não trabalhava e que era cidadão podia se considerar um homem livre, a partir desse pré-suposto podemos concluir que, dentre desse primeiro conceito de liberdade somente era livre aquele que possuidor de cidadania, e se possuísse escravos para lhe servir, desta forma os gregos só eram livres à medida que o seu povo passou a ser “predadores esclarecidos”.
Passando para os dias atuais, não podemos eliminar a necessidade do trabalho, porém deixou de ser escravo, na época da Grécia antiga, para um “escravo moderno” através do capitalismo, onde, para nos tornarmos livres, nós temos que acumular capital através de nossa força de trabalho.
De forma geral, a palavra "liberdade" significa a condição de um indivíduo não ser submetido ao domínio de outro e, por isso mesmo, de ter poder sobre si mesmo e sobre seus atos. A capacidade de raciocinar e de valorizar de forma inteligente o mundo que o rodeia é o que confere ao homem o sentido da liberdade, entendida como expressão da vontade humana. Teorias filosóficas e políticas de todos os tempos tentaram definir liberdade quanto a determinações de tipo biológico, psicológico, econômico, social etc. As concepções sobre essas determinações nas diversas culturas e épocas históricas tornam difícil definir com precisão a idéia de liberdade.
A liberdade individual passa a se constituir no direito de governar sua própria existência, exercendo a melhor atividade que melhor lhe aprouver, locomovendo-se para onde e como bem entender, obtendo sempre a proteção perante a lei e da justiça sempre que legitimamente invocada
A liberdade se manifesta à consciência como uma certeza primária que perpassa toda a existência, especialmente nos momentos em que se deve tomar decisões importantes e nos quais o indivíduo sente que pode comprometer sua vida.
Liberdade é acima de tudo um estado de espírito, não podendo ser confundido com nenhum tipo de comportamento objetivo, deixando claro que a liberdade não pode ser entendida como um padrão de vida estático, pois se fosse assim, teríamos que escolhe essa liberdade como um estilo de vida, o que seria impossível. A liberdade nada mais é do que uma sensação subjetiva, a razoável coerência interior, vivendo de forma que se acredite ser o mais adequado para si
Assim, a liberdade passa a existir, essencialmente, a partir da predisposição do individuo seguir coerentemente a sua própria liberdade, porém, não podemos subestimar o poder que o meio externo (social) exerce em nossa vivência experiencial.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Seres ridículos

Como diria o poeta:
Todas as cartas de amor são Ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem Ridículas. Também escrevi em meu tempo cartas de amor, Como as outras, Ridículas. As cartas de amor, se há amor, Têm de ser Ridículas. Mas, afinal, Só as criaturas que nunca escreveram Cartas de amor É que são Ridículas. Quem me dera no tempo em que escrevia Sem dar por isso Cartas de amor Ridículas. A verdade é que hoje As minhas memórias Dessas cartas de amor É que são Ridículas. (Todas as palavras esdrúxulas, Como os sentimentos esdrúxulos, São naturalmente Ridículas.)
Então se com o passar do tempo percebemos que nos tornamos ridiculos por escrever cartas te amor ou até por não escrever ou só de lembrar delas, o que somos nós a não ser ridiculos. Quisera eu então ser riduculosamente convincente em escrever tais cartas. Pena não fui ou será que fui e por isso estou aqui hoje sendo mais uma vez? Poís sei que sou um fingidor e fingindo sinto a dor, porque:
O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente E os que lêem o que escreve, Na dor lida sentem bem, Não as duas que ele teve, Mas só a que eles não têm. E assim nas calhas da roda Gira, a entreter a razão, Esse comboio de corda Que se chama o coração.
Então busco o equilibro entre o amor e a razão e vou assim dando vazão aos sentimentos e a emoção mesmo perdendo a medida desta louca vida!
Faixa bônus!!